Como Criar Um Blog De Sucesso Em 6 Etapas Passo A Passo


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Bolsas vendidas por vinte reais. Vestido de renda a 15 reais. Óculos de sol cotados a menos de 4 reais. Capas protetoras de celular a três reais. Esses são alguns exemplos de preços inacreditavelmente baixos praticados no AliExpress, web site do gigante de tecnologia chinês Alibaba. Ao agregar milhares de vendedores particulares das mais diversos áreas, o negócio tem êxito como um imenso shopping virtual de posts de fabricantes do líder da economia asiática. Nem sequer o acontecimento de a maioria das mercadorias ser de procedência duvidosa (há várias réplicas e falsificações) espanta os compradores. A página tornou-se a campeã de vendas da internet brasileira. De acordo com um levantamento recente da organização Ibope e-commerce, o AliExpress é líder em unidades comercializadas no estado, contabilizando onze milhões de pedidos entre julho e setembro nesse ano. O valor médio de cada operação é de 30 reais.


Existem muitos anúncios de quinquilharias, como capinhas de celular e adaptadores. O grosso das compras, mas, são artigos de moda e acessórios (confira abaixo). De 2013 pra cá, a audiência do negócio cresceu 105%. Localiza-se hoje pela casa de dez milhões de visitantes únicos por mês, de acordo com a comScore, companhia especializada em observação de dados de tráfego pela rede.


Com isto, deixa pra trás em nosso território concorrentes internacionais de peso como o eBay e a Amazon. De olho no mercado nacional, o site lançou uma versão em português no ano anterior com promoções exclusivas pro público brasileiro. Também, boa porção dos vendedores não cobra frete ao enviar as mercadorias pra cá.


A empresa não revela números a respeito do perfil de seus freguêses, todavia especialistas nesse mercado estimam que cerca de 10% das encomendas brasileiras do endereço sejam feitas por compradores paulistanos. A administradora Fernanda de Bortoli faz porção do grupo de fãs — calcula ter produzido mais de 150 compras pelo canal.


De tal fuçar e encontrar barganhas, ela criou o web site Comprei da Gringa, que conta com uma média de 8 000 visitantes diários. “Hoje, 90% das questões que recebo são sobre o AliExpress”, diz. No espaço, internautas compartilham hiperlinks e depoimentos sobre tuas experiências com os “chinesinhos”, como chamam os comerciantes.


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Grupos de conversa no Facebook são outra ferramenta utilizada pelos internautas pra trocar dicas, caso do Comprei no eBay/Ali. Construída em 2012 na empresária Denise Jordão, a página contabiliza mais de vinte e sete 000 membros. “Montamos álbuns de imagens divididos por categorias pra que os participantes mostrem tuas aquisições e digam se valeram a pena”, explica.


Pra ela, a enorme vantagem do serviço é a oferta de peças da moda por valor muito baixo. “No Brasil, mesmo que a roupa não seja de marca, o valor do paradigma igual é bem maior”, opina. Os itens mais buscados do instante são as blusas com tule, tecido transparente, e o Miracurl, aparelho que produz cachos no cabelo.


Apesar da possibilidade de fazer uma economia considerável pela aquisição, o negócio exige certa dose de paciência. As encomendas podem demorar mais de 2 meses pra ser entregues e a aparência real nem sempre condiz com a foto do anúncio. Foram esses motivos que levaram a advogada Bárbara Baer a desistir do web site chinês.


“Comprei uma carteira em agosto e só a recebi em outubro”, recorda. Além disso, pra ela, a peculiaridade dos artigos tem deixado a aspirar. “Antes eu era viciada, hoje nem ao menos olho mais.” Pros concorrentes nacionais, os percalços enfrentados pelos consumidores estão entre os pontos fracos da corporação oriental. “A maioria dos nossos produtos é pronta-entrega e chega em menos de uma semana”, aponta o diretor do Mercado Livre, Leandro Soares.

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